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programa laboratório de rádio de resgate ao samba de raiz, buscando valorizar o que está esquecido na música popular brasileira. Concebido por Thiago F. Crepaldi e Miguel R. Haddad.Colabora Camilo Árabe. Todos estudantes de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero

Ary Barroso foi um dos maiores compositores da música popular brasileira. Dono de mais de 1000 composições, este gênio além de pianista arranjador, também foi locutor esportivo e teve um programa de auditório na Rádio Tupi, no qual chamava calouros para cantar músicas brasileiras principalmente - Ary foi sempre preocupado em preservar na memória e no gosto popular a música do nosso país. Foi ele quem criou o samba-exaltação, consagrado na universal "Aquarela do Brasil", e que depois se tornou corrente para exaltar as escolas e os morros cariocas. Ary chegou a ser também vereador. Graças a ele o Maracanã está onde está.
Separamos o melhor dele. As canções nas versões do baiano João Gilberto são de arrepiar. Vale a pena conferir!
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O porto-alegrense nasceu em setembro de 1914 -morreu em 1974. É o criador da conhecida expressão dor-de-cotovelo. A maioria de seus sambas trata de ciúmes, traição e solidão. Lupicínio teve um estilo único de compor. Muitos críticos inclusive não sabem se o enquadram como um sambista tradicional, em virtude de sua lírica diferenciada, que dava trabalho para os músicos criarem arranjos para as suas melodias elaboradas. Sambista tradicional ou não, Lupe - como também era conhedico - foi sem somba de dúvida um dos maiores - senão o maior - poetas do cancioneiro popular.
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O mineiro da pacata Miraí, sobre a qual dedicou alguns sambas, foi o homenageado desta vez. Ainda jovem Ataulfo decide abraçar a oportunidade de emigrar para o Rio de Janeiro, acompanhado de um médico da cidadezinha, amigo da família de Ataulfo, que ia se transferir para o Rio. Lá, o jovem deu duro e chegou ao digno oficío de prático de farmácia.
Mas, como bom músico, depois do expediente Ataulfo era quem promovia as rodas de samba. Com 19 anos já tinha uma vida resolvida: formou um conjunto - que posteriormente seria denominado Ataulfo e suas pastoras -; também já estava se casando; e já conhecia Carmen Miranda - antes dela se tornar o mito que é hoje.
Você vai saber aqui isso e mais do melhor do General do Samba, designação que pegou na época de ouro das rádios. "Ai, que saudades da Amélia", "Errei, erramos", "Lenço Branco", "Minha Infância", "Na cadência do samba" e muitos outros sucessos que deram prêmios e prêmios a Ataulfo, ganhando reconhecimento até de Juscelino Kubitschek.
Confira abaixo os quatro blocos do programa:
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Neste programa, uma homenagem ao grande Nelson Cavaquinho, o boêmio que amarrava seu cavalo da patrulha policial num poste e se sentava para beber nos bares dos morros cariocas. Nelson não fez sambas alegres - exceto os que fez para o morro de mangueira. Não dava a mínima para a fama; só gravou discos depois de velho; o que realmente interessava para esse mangueirense era cantar a sua tristeza, a solidão, a melancolia... na calçada de algum botequim... para quem quisesse ouvi-lo: bêbados, maltrapilhos, um simples operário de passagem, prostitutas da noite, jornalistas apreciadores da música popular ou gente fina. Nelson era sempre Nelson.
Ouça abaixo os quatro blocos:
Bloco 1Ouça abaixo os quatro blocos do programa:
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